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A possibilidade de acesso ao Presidente de Angola, João Lourenço (em funções até 2027), representa uma oportunidade rara e altamente estratégica para um consultor independente ou uma firma de consultoria. Isso traduz-se principalmente em oportunidades de negócios através dos setores prioritários para o governo angolano (diversificação económica pós-petróleo), e em receitas tangíveis ("dinheiro sonante e corrente") via contratos de consultoria, lobbying ou facilitação de negócios.Principais Oportunidades para um ConsultorAngola está a atrair agressivamente investimento direto estrangeiro em 2026, com foco forte em energia, mineração, infraestruturas e diversificação. O acesso ao Presidente (ou ao seu círculo próximo) permite:
Oudi Institute and Partners.
- Facilitar grandes negócios → Introduzir clientes investidores aos decisores-chave, em troca de comissões ou taxas de sucesso.
- Consultoria estratégica → Apoiar o governo ou empresas estatais em reformas, atração de IDE ou projetos específicos.
- Lobbying e relações governamentais → Influenciar políticas, licenças ou contratos (petróleo, mineração, infraestruturas).
- Petróleo & Gás — Exploração em águas profundas (novos blocos, regresso de majors como Shell, Exxon, Chevron). A conferência Angola Oil & Gas (AOG) está prevista para setembro de 2026 em Luanda, com um evento de lançamento a 27 de janeiro de 2026 — oferecendo networking direto com líderes governamentais.
- Mineração — Diamantes, minerais críticos (cobre, etc.) para a transição energética. A Conferência Internacional de Mineração de Angola está agendada para outubro de 2026 no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda.
- Infraestruturas — Projetos como o Corredor do Lobito (ligação ferroviária à RDC/Zâmbia), com financiamentos internacionais (DFC dos EUA, China, UE).
- Diversificação — Agricultura, turismo, telecomunicações, banca.
- Através de eventos oficiais e summits
Participar em conferências patrocinadas pelo Presidente (lançamento AOG em janeiro de 2026, evento principal em setembro; Conferência de Mineração em outubro). Estes proporcionam oportunidades para reuniões bilaterais ou networking de alto nível.
→ Monetização: Como consultor, patrocinar ou organizar eventos paralelos, ou representar clientes (taxas: 50-500 mil € por negócio facilitado). - Lobbying via firmas especializadas
Firmas especializadas em África facilitam acesso discreto a chefes de Estado, incluindo em Angola (para contratos de petróleo/mineração).
→ Monetização: Contratos de lobbying (retainer mensal 10-50 mil € + taxas de sucesso 1-5% do valor do negócio). Exemplos históricos: firmas EUA/UE influenciando fundos soberanos ou contratos. - Consultoria direta para o governo ou parceiros
Via concursos públicos (ONU, Banco Mundial, AIPEX – agência de investimentos de Angola) ou parcerias com majors (Eni, TotalEnergies, que se reúnem regularmente com Lourenço).
→ Monetização: Contratos de consultoria (estratégia, due diligence, relações internacionais): 100-500 mil € por missão, mais equity ou comissões sobre investimentos atraídos. - Redes diplomáticas/comerciais
Embaixadas (França, EUA, Portugal), câmaras de comércio, ou projetos UE-África/UA (Lourenço ativo em papéis regionais).
→ Monetização: Consultoria para investidores entrantes (taxas fixas + percentagem sobre IDE facilitado).
- Acesso direto ao Presidente é reservado a players de topo (CEOs de majors, chefes de Estado). Para um consultor, passa por "abridors de portas" (lobbyists, eventos).
- Potencial de receitas: Um consultor forte em relações governamentais em África pode faturar 200-1000 mil €/ano por cliente retido, com bónus em negócios (milhões se projeto >100M$).
- Riscos: Perceção de corrupção elevada; tudo deve ser transparente (reformas anticorrupção sob Lourenço).
Oudi Institute and Partners.
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